Estava eu no site dos Keane a espreitar o fotoblog do baterista Richard Hughes - relativo à passagem da banda britânica por Espanha e, no passado sábado, Portugal - e entre as muitas fotos que o homem tirou pela Baixa portuense (imagine-se... o homem andou por ali à vontade e ninguém o terá reconhecido...) escolheu um close-up de uma fachada com azulejos aos triângulos azuis e brancos... para a imagem de fundo do site!
Mas é perceptível a razão da escolha - basta ver a capa do novo álbum "Perfect Symmetry".
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Wallpaper tripeiro
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sábado, 18 de julho de 2009
Descobertas tardias
Enquanto estava no laboratório, ao computador, liguei o iTunes e apareceu-me uma biblioteca partilhada de um tipo qualquer no instituto. Entre as muitas canções dos muitos grupos pus-me a ouvir Kaiser Chiefs. Uma banda já estabelecida mas que, não sei porquê - nunca me tinham chamado a atenção; talvez por me parecer já ter visto muitas bandas do mesmo estilo e não esperar nada de novo, nem cativante...
Ouvi quase todas as canções dos vários albuns... e gostei. Entre algumas que já conheço de terem passado na rádio há uns anos, descobri uma que me ficou até agora na cabeça. Viciei-me MESMO nela:
Kaiser Chiefs - Never Miss A Beat
Grande batida!
Se soubesse mais cedo, talvez até tivesse ido ontem vê-los no Festival Marés Vivas, aqui em Gaia. Ao que parece, eles dão SHOW ao vivo... Foi pena. Mas o dinheiro não cresce nas árvores e como já vou amanhã, ao último dia, tenho que me "contentar" com outra grande banda britânica - Keane!
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terça-feira, 23 de junho de 2009
Vai um balãozinho de S. João?
Até iam dois. Sobretudo, depois dos que eu tinha comprado para, pela primeira vez, desde que existo, lançarmos nesta noite terem sido pasto da própria chama. Nem um metro subiram do chão...
A noite até estava a ser fixe - este ano voltámos a ter decorações tradicionais e um jantar bem mais delicioso, apesar de tradicional só a broa de Avintes; as sardinhas foram trocadas por pizzas, e os pimentos assados (infelizmente) trocados por rissóis e croquetes.
A culminação seria com o lançar, bem sucedido, dos ditos balões. Comecei pelo vermelho-e-branco que, vai-se lá saber, tende a incendiar-se mais facilmente. Dito e feito. A última esperança depositava-se no azul-e-branco, mas a inexperiência e faltinha de jeito das pessoas cá de casa (eu incluído) deu no que deu.
Autenticamente "dinheiro para queimar"; mas ao menos gostava de tê-los visto voar uns metros. Fiquei mesmo aborrecido.
Mas pronto, aparte isto a noite está a ser bem agradável; algo fresquita, mas felizmente sem nuvens! Daqui a uns minutos temos fogo na Ribeira e toca a ver pela televisão, porque este ano, como deu para perceber, fico por casa.
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segunda-feira, 11 de maio de 2009
É o Tetra, é o Tetra!
Mais uma vez - a quarta consecutiva - o título de campeão português de futebol é pertença do FC Porto! Tetracampeão pela segunda vez (o "Bi-Tetra") em 15 anos, o clube da Invicta mostrou novamente porque é inequivocamente o melhor clube português.
Cá dentro, longe do regionalismo com que tanto gostam de nos etiquetar (mas que não nos humilha), viu-se os Açores e a Madeira a juntarem-se à festa do Dragão celebrada por todo o continente. Lá fora, apenas mais um reforço do grande estatuto que já possuímos.
Grande parte dos festejos foram já cumpridos em campo, perante a quarta maior enchente de sempre no Dragão (50,309)...

© FCPorto



© JN
... mas a tradicional celebração na varanda perante uma praça do Estádio abarrotada - e, quem sabe, regresso às celebrações no centro da cidade - está reservada só para o último jogo. Um jogo em que espero que a nova decisão da Liga - de entregar o troféu de campeão nacional no final da época correspondente - seja posta em prática.
O porquê deste domínio esmagador? O excelente nível de organização da estrutura interna do clube. O elevado grau de profissionalismo de todos os que lá trabalham (direcção, jogadores, equipas técnicas e médicas, auxiliares, etc...). Jogadores de enorme talento que decidem jogos a qualquer momento; que demonstram brio e o orgulho em jogar pelo clube, porque sabem que ao darem ao clube, ser-lhes-á recompensado no futuro.
E como cola aglutinadora disto tudo, uma grande união e um forte espírito de grupo (ver vídeo abaixo, a partir de 2:50)
Parabéns aos jogadores! Parabéns ao treinador!
Parabéns ao Presidente! Parabéns aos adeptos!
Parabéns ao Futebol Clube do Porto!
OOOOOOOOOOOOH!!!
(TETRA) CAMPEÕES ALLEEEEEZ!!!
(TETRA) CAMPEÕES ALLEZ!!!
(TETRA) CAMPEÕES ALLEZ!!!
(TETRA) CAMPEÕES ALLEEEEEZ!!!
domingo, 29 de março de 2009
Mais do mesmo

© UEFA.com
Ontem, fui com uma amiga ao Dragão assistir ao jogo de Portugal contra a Suécia, o quinto jogo de qualificação para o Mundial da África do Sul. Acabou por ser o quarto jogo em que Portugal não ganhou e o terceiro em que empatou a zero golos.
Não tenho tido muita sorte com os últimos jogos que fui ver a este estádio. Os anteriores haviam sido derrotas do Porto perante o Atlético, para a Taça de Portugal, e perante o Sporting, para o campeonato. Estou quase, quase, quase como aquelas pessoas que acham que o simples facto de assistirem ao jogo induzem qualquer forma de azar que impede a equipa por que torcem de conseguir ganhar...
Talvez seja do facto de estar habituado a ver jogos pela TV, mas o jogo que vi ao vivo pareceu-me lento, desinteressante, sem grandes oportunidades, e as que houve foram, novamente, desperdiçadas. Portanto, um jogo na linha dos últimos jogos da Selecção, em que o CR7, em vez de confirmar o seu estatuto, confunde ainda mais o espírito daqueles que confiam e vêem nele o melhor jogador do planeta.
Uma coisa que confirmei ao vivo, contudo, é o EXCELENTE apoio do público do Porto sempre que há jogos da Selecção na cidade. Não foi por falta de incentivo que os golos não apareceram. Houve imensas palmas, gritos, "Portugal allez!" de vez em quando e de quando em vez... e até a fantástica Hola mexicana fez questão de animar o Dragão, à falta de melhor entretenimento dentro das quatro linhas. Não esqueço também o caloroso (piada propositada, eles estavam de calções e tshirt com aquele vento frio!) apoio dos "canários" suecos que pintaram um dos sectores do Dragão. O que um aquecimento com cerveja não faz, lol...
Vá lá que nem tudo foi mau. Se tivéssemos perdido, então é que eu ia reclamar pelos 20 Euros que dispendi para assistir a mais uma desilusão. Assim, foi só meia-desilusão, porém com sabor a plena frustração.
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terça-feira, 20 de janeiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Neve!!!
Parecia que tinha regressado à infância, tal era o espanto e euforia com o facto de, hoje de manhã, ter assistido à precipitação de uns quantos míseros e microscópicos floquinhos de neve. Mas não era só eu, lol.
MAS ERA NEVE!!! Neve... no Porto!!!
No ano passado, estive na Serra da Estrela e vi in loco e toquei em neve pela primeira vez, na Torre. Mas só hoje - aos 24 anos (quase 25) - é que vi, ao vivo e a cores, neve a cair!!! No Porto!!! *euforia*
Claro que, se para cair neve, foi a muito custo... agora para chover, não há problemas *boring*
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domingo, 21 de dezembro de 2008
Isto é que é um bispo moderno
Temos um bispo e pêras! Este não tem cotão nem cheira a bafio, de certeza!
Pela primeira vez, um bispo português recorre ao YouTube para enviar uma mensagem em vídeo - neste caso, mensagem de Natal - aos diocesanos do Porto:
Este vídeo inaugura a página da Diocese do Porto neste síte.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Magusto
O meu não foi hoje.
Não é que a culpa tenha sido do tempo - aliás, de manhã, este ameaçou tanto que estava a ver o "Verão de São Martinho" a falhar este ano -, é que já estava combinado para este Sábado, em casa de uma das chefinhas.
Queijos e presunto, azeitonas, broas e regueifas, tartes e rabanadas, sumos e jeropiga... e, obviamente, as castanhas!
E com o bandulho bem almofadado, vamos depois digerir o lanche-ajantarado ao TNSJ onde está em cena "O Mercador de Veneza" de Shakespeare.
domingo, 5 de outubro de 2008
Um Violino no Telhado
Ontem fui ver este musical ao Rivoli. Pela primeira vez, fui ver (1) um musical, (2) um musical do Filipe La Féria, e (3) um espectáculo no Teatro Rivoli.
Não ia com muitas expectativas. Primeiro, porque não sabia o que esperar de um musical "laferiano"; segundo, porque não conhecia de antemão a história, ao contrário de "Música no Coração" ou "Jesus Cristo Superstar" (dos quais não vi a adaptação portuguesa).
Ainda bem que não ia com expectativas, porque saí muito contente com o espectáculo e com o excelente profissionalismo dos actores e bailarinos. Foi muito agradável ver - mesmo que de longe - o desempenho do José Raposo, com momentos muito seus, e da grande Rita Ribeiro (grande ovação no final). Deu para perceber que temos actores capazes de brilhar em musicais, e o quão é bom existir um Filipe La Féria capaz de os conceber com grande qualidade... em português!
Como brinde - juro que foi mesmo pontaria - acabei por ir assistir à 100ª exibição do musical, aqui no Porto. Daí as flores entregues às meninas/senhoras, à entrada (para depois voarem para o palco e actores no final), flashes aqui e ali e câmaras a gravarem o espectáculo, e uma data de "tios e tias" todos aperaltados. Parecia quase uma estreia, diria, quer pela adesão do público como pela entrega dos artistas.
Muito bom, venha o próximo!
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terça-feira, 24 de junho de 2008
Noite de São João 2008

Escrevo aqui, acordado que estou há apenas... 2 horas? Sim, 2 horas, por aí. Sabendo que dormi aproximadamente 9-10 horas, façam as contas e vejam a bela da hora a que me deitei. Pronto, 5 horas da madrugada talvez seja "cedo" para quem vai para a farra, na noite de São João, mas pá... não caminho para novo! Pelo contrário, pareço cada vez mais um cota; e não sou só eu. Quantos amigos, colegas e outros que me acompanharam na noite de ontem, já andavam a bocejar aqui e ali, lol.
Mas também o nosso São João começou cedo e não foi por a nossa noite não se prolongar até o sol raiar que foi menos divertido. Aliás, das vezes que festejei esta quadra fora de casa (foram poucas), esta terá sido a que mais prazer me deu... Pelas pessoas com que estive, sobretudo. Gente super divertida com a qual dá gosto de se estar e rir, rir, RIR!... (Não são só os que bebem Frize que são felizes :P)
Daí que, com o avançar da noite e com o pessoal a bazar, as minhas tentativas de "resistir" à retirada e continuar com a diversão tenham saído furadas, acabando também eu por ceder ao cansaço e tomar o caminho para casa.
A jantarada foi em Matosinhos às 20:30. Éramos 26 pessoas e tínhamos o pequeno restaurante quase por nossa conta. Talvez por sermos tantos, não adiantou um grosso chegarmos a esta hora porque só hora e meia depois é que fomos servidos - a maioria optou por escapar às sardinhas (e eu a pensar que era dos poucos esquisitos...) e bifinhos com cogumelos dominavam as mesas. Só fiquei extremamente descontente quando soube que a salada de pimentos assados temperados com azeite e vinagre - que nunca me falta em casa, nesta noite - era só destinada para os "sardinhentos". S'a lixe! Rouba-se ao vizinho! Mnham... Estavam óptimos!
Tudo isto regadinho com uma "receita" que devia ser muito fraquinha, pois bebi quatro copos daquilo como se fosse água ou sumo. Eu conheço-me! Para dar o nó no ponto, um bolinho de bolacha - com creme de moka! -, directamente da montra para a nossa mesa, já que não ia sobrar para voltar a pôr lá, lol.
Na televisão, víamos a festa na Ribeira abençoada (ou não) com chuva e com as prestações de tão grandes nomes da música nacional como Clemente, José Alberto Reis, Ana Malhoa, Broa de Mel e afins.
E eu, entre gargalhadas, já desesperava por sair dali para chegar à Baixa a tempo de ver o fogo. O tanas! Após 3 horas no restaurante, metemo-nos no metro ("O metro é liiiiindo!") e após um "banho checo" regado com muita canção e momentos de humor quase a torturar os abdominais, chegámos à Trindade e já o fogo tinha terminado. S'a lixe! A diversão continuava mais abaixo nos Aliados com um bailarico à maneira e martelos a maracarem o ritmo.
Após muita dança, tiradas malucas e fotos ainda mais estranhas, mudámos de local e peregrinámos até ao bailarico de Miragaia, debaixo das arcadas. Foi aqui que o entusiasmo se foi desvanecendo, com o peso de um dia inteiro a fazer-se sentir sobre mim e outros. Ainda deu para encontrar um actor da TVI, que nem sabia que era de cá - ou então não era... eh, s'a lixe! - a vender bebidas na rua, como os outros vendedores de martelos e óculos luminofluorescentes.
Agora diria que, para o ano talvez não me apanhem a festejar o São João fora de casa, mas ainda falta tanto e o que agora é verdade, daqui a uns meses...
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segunda-feira, 9 de junho de 2008
Serralves em Festa
Ontem, por esta altura, estava eu sentado numa cadeira em pleno Prado do Parque de Serralves, a apanhar com uma brisa já não tão acolhedora, à espera do concerto da banda veterna inglesa Wire.
Um dos muitos eventos culturais e artísticos que integraram o programa de mais uma edição do evento "Serralves em Festa", que, segundo parece, conseguiu mais uma vez bater recordes de afluência, em dois dias non-stop de oferta cultural vasta e... gratuita.
Depois do jantar em Gaia, eu e os meus colegas fomos até Serralves, todos animados pela vitória sobre os turcos (imaginem se tivéssemos ido comer uns kebabs a um turco...). O objectivo era assistir a uma actuação de um grupo de novo circo - Circolando - que ia ter lugar por detrás do Museu, às 23:30. A gente bem que chegou lá a tempo... só que dezenas e dezenas de outras anteciparam-se na mesma ideia. Não deu para ver nada, tal a muralha de cabeças. Apenas pudemos ver a chegada teatral do grupo, vestidos com uns andrajos, a puxarem cada um a sua bicicleta, numa sinfonia de cornetas.
Decidimos não perder tempo com o que não podiamos apreciar, e dirigimo-nos então ao Prado para assistir ao evento musical que se seguia. Bastante gente sentada ou deitada em frente ao palco, mas espaço é que não faltava. Depois, alguém lá descobriu um monte sem fim de cadeiras empilhadas numa zona lateral ao palco e foi vê-los em romaria a trazerem os assentos. Não disse que não quando me ofereceram uma!
Com uns bons minutos de atraso, lá vieram os ingleses tocar e cantar. Interessante e tal, tipos nos seus 50s a tocarem punk rock/rock experimental. Passado uma hora, aproveitei o cansaço de alguns e bazei dali também.
A imagem que ficou foi de ver tanta, ou mais, gente a entrar em Serralves à hora que saímos, como à hora a que chegámos. Serralves em grande!
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sábado, 5 de abril de 2008
5 Abril - o primeiro São João do ano
É... há seis anos consecutivos - com uma inexplicável pausa em 2005 - que a cidade do Porto celebra, não um, mas dois feriados de São João.
O mais antigo e tradicional festeja-se a 24 de Junho, e vemos a cidade nas ruas, com martelos de plástico ou alhos-porro nas mãos, a competir com as sardinhas e pimentos assados, pelo odor que mais se destaca no ar estival da Invicta.
O mais recente, como a Páscoa, é móvel, mas tem lugar sempre antes do anterior e, curiosamente, coincide com o final da época futebolística (ou mesmo antes). Neste dia, a cidade também sai às ruas e também há comes e bebes aqui e ali. O que mais se destaca mesmo é a cor. O azul. Qual oceano em terra firme, invade a cidade e grita em uníssono "Porto, Porto, Campeão!"
Hoje, mais logo, teremos a confirmação da festa, em pleno Estádio do Dragão.
Força, Porto! Serás TRICAMPEÃO!
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sábado, 12 de janeiro de 2008
Foz Velha
Na passada 3ª feira, as minhas chefinhas tiveram o seu exame probatório do 1º ano de doutoramento. É como se fosse uma tese, durante a qual mostram o trabalho feito até então e o júri aprecia e dita se continuam com o doutoramento nos próximos 3 anos. Nem todas as universidades fazem isto mas no ICBAS sim, e como é esta instituição que lhes conferirá o grau académico, lá têm que se sujeitar - a minha vez chegará.
O que interessa é que lhes correu bem e, sugestões do júri aparte, só têm que voltar a pensar nisto a sério em 2010. Para comemorar, decidiram pagar-nos o lanche nesse dia - seria no Café Progresso - mas como as apresentações prolongaram-se demasiado, ficou tarde para ir para lá e, por isso, tivemos que nos contentar com a Alicantina (após umas quantas visitas, já não posso com o sítio e com os empregados...); além do mais não pudemos ir todos.
Era também suposto o nosso chefe-mor levar-nos a jantar nesse mesmo dia - pagava ele, lol. O local escolhido foi o "Foz Velha" que, como o nome esclarece, se situa na Foz Velha, perto do Forte de São João. Não fomos na 3ª feira, porque o restaurante só reabria no dia seguinte, por isso na 4ª feira lá estávamos caidinhos. Não conhecia o "estabelecimento" mas dá para ver no site o requinte que este espaço transborda. Até me senti algo desconfortável quando os empregados me pediam para guardar o casaco, lol.
E o menu? Nossa! Os pratos eram daqueles cujo nome ocupa duas ou três linhas e só me lembrava do princípio. Levámos o triplo do tempo habitual para escolher as entradas, pratos e sobremesas, tal era a variedade disponibilizada. É costume dizer que "quanto maior a escolha, mais difícil se torna". Pois. Se não fosse pelo pãezinhos, a entrada e a sobremesa, tinha passado fome com o prato que pedi - um "ninho de bacalhau envolto em misto de legumes, azeitonas pretas e tomate seco com emulsão de coentros" (tive que ir copiar do site, claro).
Mas o que valeu foi o ambiente, tanto o do restaurante como o proporcionado pelo convívio entre o pessoal do laboratório... Ah, e não esquecendo o espectáculo que a filha dos chefes proporciona sempre que sai à noite connosco. É nestes momentos que fico contente por ter ido parar a este grupo.
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Reveillon
Passado em casa, à imagem de 22 dos 23 anos da minha existência; apenas um ano passei as 24 horas de 31 de Dezembro (ou 0h de 1 de Janeiro) fora de casa, juntamente com alguns colegas do secundário.
Desta vez, os meus tios de Guimarães - que já tinham vindo no Natal - voltaram a passar a noite connosco, o que é sempre bom pois "quantos mais, melhor"! O meu primo não esteve presente porque decidiu passar o reveillon em Londres. Chamem-lhe burro...
De modos que fomos 6 gatos pingados, lol, a festejar as 12 badaladas (ou caricadas, graças à Super Bock, que consegue sempre o último anúncio do ano) sintonizados no programa dos Gato Fedorento (à falta de melhor na SIC... e nem falando da TVI). Muitos beijos, abraços e desejos de sucesso e felicidade para o recém-nascido ano. The usual. Assistir aos espectáculos de fogo-de-artifício que a TV ia possibilitando, com o Funchal sempre na linha da frente (a sério, não morro sem passar um reveillon lá!) e, curiosamente, sem qualquer imagem dos de Lisboa, lol. Parece que 2008 chegou lá às 00h01, segundo ouvi... lol.
Mas... e depois? Os festejos pelo ano que chega terminam tão rápido como o acto de abrir o espumante que se bebeu para o celebrar. Passado nem uma hora, vão-se tios, terminam os programas de fim-de-ano, e fica tudo como dantes. A única diferença é o leitor de vídeo que passa a mostrar "01 01".
Tal como o Natal não é o mesmo sem a família e torna-se menos mágico e bonito quando crescemos, também o reveillon me parece tornar-se uma efeméride mais banal. É um fulgor momentâneo que faz a ponte entre dois dias iguais a quaisquer outros (bem, 1 Janeiro é feriado, ok), só que em anos civis diferentes. Ou, se calhar, sou eu que estou urgentemente a precisar de experimentar reveillons mais divertidos. Ai, Funchal, Funchal...
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Golias
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quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Depois do bailado...
Esta terça-feira lá fui eu e mais alguns colegas do lab ver o bailado "A Bela Adormecida" no Coliseu do Porto. Desta vez, para evitar o que aconteceu quando fui ver "O Quebra Nozes", também no Coliseu, saímos mais cedo do IBMC para jantar à vontade no Via Catarina e depois ainda chegarmos com tempo para guardarmos os nossos lugares numa zona mais central das galerias, já que é uma zona sem marcação. Chegámos cerca de 45 minutos e, como previsto, não tivemos problemas em ficarmos com vista privilegiada ao invés de vista lateralizada.
Tivemos então de esperar, não 45 minutos, mas mais 30, que foi o tempo de atraso com que o espectáculo começou. O bailado tinha 3 actos o que fazia dele um espectáculo bem loooongo. Excusado era haver intervalos que duravam quase, tanto ou mesmo mais do que alguns dos actos! Terminou eram 00:30 e no dia a seguir tínhamos trabalho às 9:30. Chegar e não chegar a casa (a minha chefinha, tadita, ficou com o carro "morto" em frente ao Coliseu; só de manhã é que conseguiu tirá-lo de lá... E fui com ela para lá! Ora se ficávamos estacados a meio-caminho é que era!) adivinha-se o tempo que ia dormir, né?
Quanto ao bailado em si...
Para quem já viu "O Quebra Nozes" executado pelo Bailado Imperial Russo... este ficou a milhas de distância em qualidade... a menos, claro. Era um corpo também russo mas de Bashkir ou lá onde isso fica ou o que é. Notou-se que a qualidade e exigência artística ligeiramente inferior - aliada a uma história e ballet não tão famoso e espectacular como "O Quebra Nozes" - fez com que o resultado final não fosse tão cativante. Houve mesmo alturas em que era visível descoordenação... e uma bailarina chegou até a cair (levantando-se de imediato como um raio, isso é verdade)!
Não sei, talvez o facto de, desta vez, ter ido assistir a um bailado com menos horas de sono terá contribuído para uma menor "frescura" e daí tenha sido menor o gozo. Mas foi um bom serão e, no geral, foi um bom bailado. Venha o próximo!
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Golias
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