Mostrar mensagens com a etiqueta Família. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Família. Mostrar todas as mensagens

domingo, 26 de julho de 2009

Rendido a um Boca de Sapo

Hoje fui almoçar com o resto da famelga que não mora cá no Porto. Fomos festejar as quatro décadas do meu primo Pedro, com uma almoçarada no Fuzelhas, em Leça da Palmeira.
Aparte algum vento, que depois ficou mais forte para o final da tarde, o tempo estava ÓPTIMO (o que foi aquela chuva na quarta-feira???), o que deu mais gozo para quando se vai passear ao fim de semana.

Depois do almoço e regressados a cada do meu primo, ele decidiu ir buscar o seu querido Citroën "Boca de Sapo", guardado na garagem do irmão, junto ao 2 CV deste (sim, eles têm uma paixão pela marca).



Que o carro é extremamente bonito, isso já eu achava; direi até que ainda é um modelo cheio de pinta e requinte, mesmo após estes anos todos. O que eu não estava à espera era do extremo conforto deste exemplar, completamente recuperado pelo meu primo! A sério, os assentos mais pareciam cadeiras VIP da melhor sala de cinema que poderá haver por esse mundo! E o forro interno da carroçaria? Um brinco!





E a condução? Dizia o marido da minha prima que a direcção era do melhor e que o carro respondia imediatamente a todos os movimentos. Sentia-se menos os pisos irregulares do que com carros mais modernos e com supostamente melhores suspensões.

Mas o melhor de tudo era assistir ao "subir e descer" das suspensões. Era o máximo! Parecia um animal amestrado a obedecer às ordens do dono. E o curioso: não há macaco para quando se quer substituir os pneus. Não. O carro "eleva-se" o suficiente para se colocar um suporte entre as duas rodas de um dos lados, e quando ele "desce", ao ficar apoiado, as rodas desse lado ficam suspensas no ar. Troca-se pneus quase sem esforço e uma pinga de suor.

Desde há algum tempo que eu adorava ter um Carocha, mas olha que um Boca de Sapo não era nada mal aviado.

PS: Obrigado pelas fotos, tia!

terça-feira, 23 de junho de 2009

Vai um balãozinho de S. João?

Até iam dois. Sobretudo, depois dos que eu tinha comprado para, pela primeira vez, desde que existo, lançarmos nesta noite terem sido pasto da própria chama. Nem um metro subiram do chão...

A noite até estava a ser fixe - este ano voltámos a ter decorações tradicionais e um jantar bem mais delicioso, apesar de tradicional só a broa de Avintes; as sardinhas foram trocadas por pizzas, e os pimentos assados (infelizmente) trocados por rissóis e croquetes.
A culminação seria com o lançar, bem sucedido, dos ditos balões. Comecei pelo vermelho-e-branco que, vai-se lá saber, tende a incendiar-se mais facilmente. Dito e feito. A última esperança depositava-se no azul-e-branco, mas a inexperiência e faltinha de jeito das pessoas cá de casa (eu incluído) deu no que deu.
Autenticamente "dinheiro para queimar"; mas ao menos gostava de tê-los visto voar uns metros. Fiquei mesmo aborrecido.

Mas pronto, aparte isto a noite está a ser bem agradável; algo fresquita, mas felizmente sem nuvens! Daqui a uns minutos temos fogo na Ribeira e toca a ver pela televisão, porque este ano, como deu para perceber, fico por casa.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Onde anda o Natal?

Parece que quanto mais os anos passam por mim, o Natal me sabe cada vez menos a Natal. O verdadeiro: do calor humano, do prazer da família reunida, em que as prendas à meia-noite são a perfeita culminação de uma noite extremamente agradável. E, no entanto, e até paradoxalmente, a cada ano que passa mais cedo se sente a histeria consumista que vai sustentando o "Natal" actual. Artificial, vendedor de ilusões.

domingo, 6 de julho de 2008

Um sábado preenchido

Ontem, foi o aniversário da minha irmã. Mas em vez de sermos nós - eu e os meus pais - a oferecer-lhe uma prenda, foi ela que nos ofereceu a nós. O quê? Um almoço em Matosinhos, no restaurante "Lage do Senhor do Padrão".
Aparte algum vento, o tempo estava óptimo - completamente oposto à véspera em que choveu! - e convidava a sair de casa e ir almoçar junto ao mar. Bem, não foi exactamente JUNTO ao mar, aliás até nem dava para o ver porque estávamos dentro do restaurante, sem vista para a praia.

Ao chegar à rua do restaurante, quase que nem podiamos seguir de carro tal era a quantidade abismal de gaivotas pousadas ou a voar baixo rente à estrada. Logo a seguir percebeu-se a razão do ajuntamento: uma gaivota deve ter levado com um carro em cima e estava ali, morta, com as entranhas expostas, um autêntico chamariz para as parceiras canibais de espécie. Felizmente, alguém se lembrou de tirar o pobre bicho da rua para acabar com o festim.

O arroz de marisco estava bom, bem recheado, mas aquelas doses... por favor, dão para BEM MAIS do que duas pessoas! Duas pessoas só se forem bem avantajadas e com estômagos do tamanho da minha cabeça.
O meu sobrinho, porque teve mais olhos que barriga e deixou meio prego no prato (literalmente), ficou de castigo e não comeu sobremesa. Enfim... é uma criança e a mãe podia ter dado um desconto no seu dia de anos. Passa à frente...

Depois fui aproveitar o solzinho... e meti-me no shopping. Andava necessitado de vestimenta para a estação e acho que já me reabasteci. Tenho de agradecer o facto de dois terços do meu salário não desaparecerem para renda de casa, contas de luz, água e comida, como outros colegas meus, senão ainda estaria a tentar descobrir um trapinho mais fresquinho de Verões passados.

sábado, 10 de maio de 2008

Actualizações

Já não escrevo aqui desde a semana passada. Abençoada preguiça. O que se passa é que tenho algumas coisas para contar e não me apetece estar a criar posts separados para cada assunto. Por isso, vai tudo "a eito":

1) Dia da Mãe

Pela primeira vez, pude oferecer algo à minha mãe - além do habitual longo e repenicado beijo - sem ter pensar que, se o quisesse, teria de pedir dinheiro ao meu pai, para ela não saber.
Uma semana antes, encomendei-lhe um valente cesto de flores (rosas, antúrios e flores silvestres) através da internet. A partir daí, foi uma espera com momentos aqui e ali enervantes, a pensar se o presente chegaria mesmo a casa e num domingo! Mas lá chegou e dentro das horas esperadas. A destinatária gostou muito (não obstante um gesto de "tu és tolo!") e eu fiquei mais descansado quando tiver que encomendar flores online.

2) Queima das Fitas

Qual Queima? Ah. Foi esta semana? Pois... Este ano, não deu. Ver dois pontos mais abaixo porquê.

3) Senhor de Matosinhos

Esta quarta-feira à noite, fui com os meus colegas de trabalho dar uma voltinha pelo centro pujante das festas do Senhor de Matosinhos, que não estava assim tão pululante de pessoas. Barraquinhas e mais barraquinhas com bugigangas, panos e atoalhados, e DOCES! Mnham.
O intuito era provar o elogiado pão com chouriço e assim o fizemos. Minha nossa, aquilo é muita bom mas farta p'ra caramba! E ainda por cima, comi um caldo verde que mais parecia "papa verde" de tanta batata que meteram lá pra dentro.

E o que fiz para aliviar a saciedade? Fui comer farturas, ora! Meti umas três para o bandulho e depois tive mesmo que "fechar a loja".

Ao contrário do habitual, eu era dos que estava mais desperto (apesar de ter acordado cedíssimo e ter aturado o suficiente para estar mentalmente de rastos) e os outros é que pediam para ir mais cedo p'ra casa. Ainda deu para negar uns trocos a não sei quantos ciganitos e até ao "Animal", lol.

4) Curso de animais de laboratório

Ontem, foi o último dia de uma semana dedicada por inteiro ao curso de animais de laboratório. Era a última semana e, além do stresse de ter de estudar para o exame final e preparar uma apresentação (ambas no mesmo dia) - quando quase não nos davam tempo para isso, ao termos aulas e mais aulas - foi super-cansativo ter de acordar todos os dias antes do galo. Literalmente! O galo da vizinhança cantava depois de eu acordar, juro!

Pensava eu que já não teria mais de estudar, depois de terminar a faculdade... Mas ainda bem que o fiz, senão o exame não teria corrido como correu. Que foi bem, felizmente. A apresentação também, até porque não fui eu o orador, lol; só aí perdi todos os nervos que tinha guardado de véspera.

O que interessa é que terminou e já lá vai! Só é pena terem programado o último módulo exactamente para a semana da Queima... Para o ano há mais, concerteza.
Agora posso concentrar-me no meu trabalho que é isso que interessa.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Virose aos pares?

É o que parece. Neste caso, a "virose" consiste em pessoas que conheço e me são chegadas irem trabalhar para fora de Portugal.

Depois das minhas duas amigas que foram para Paris, agora é um primo que vai para Angola (Luanda), juntamente com a namorada, exercer na área em que se formou - ciências geográficas. Segue, muitos meses depois, um outro meu primo que está sediado em Lobito, Benguela, a coordenar os trabalhos numa obra importante (neste país, qual obra não o é?)

Quem se segue?

quarta-feira, 19 de março de 2008

Feliz Dia do Pai



19 de Março. Hoje é "Dia do Pai" em Portugal e outros países como Espanha, Bélgica, Itália, Bolívia, Honduras e Liechtenstein. É também, segundo a Igreja Católica, o dia de veneração a São José, pai terreno e adoptivo de Jesus Cristo.

Hoje, já cumpri o meu papel e presenteei o meu com um beijo, um abraço e uma peça de roupa que ele tanto gosta e precisa.

Feliz Dia do Pai!

P.S.: Parabéns ao meu primo M. que faz 34 anos, hoje!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Reveillon

Passado em casa, à imagem de 22 dos 23 anos da minha existência; apenas um ano passei as 24 horas de 31 de Dezembro (ou 0h de 1 de Janeiro) fora de casa, juntamente com alguns colegas do secundário.

Desta vez, os meus tios de Guimarães - que já tinham vindo no Natal - voltaram a passar a noite connosco, o que é sempre bom pois "quantos mais, melhor"! O meu primo não esteve presente porque decidiu passar o reveillon em Londres. Chamem-lhe burro...

De modos que fomos 6 gatos pingados, lol, a festejar as 12 badaladas (ou caricadas, graças à Super Bock, que consegue sempre o último anúncio do ano) sintonizados no programa dos Gato Fedorento (à falta de melhor na SIC... e nem falando da TVI). Muitos beijos, abraços e desejos de sucesso e felicidade para o recém-nascido ano. The usual. Assistir aos espectáculos de fogo-de-artifício que a TV ia possibilitando, com o Funchal sempre na linha da frente (a sério, não morro sem passar um reveillon lá!) e, curiosamente, sem qualquer imagem dos de Lisboa, lol. Parece que 2008 chegou lá às 00h01, segundo ouvi... lol.

Mas... e depois? Os festejos pelo ano que chega terminam tão rápido como o acto de abrir o espumante que se bebeu para o celebrar. Passado nem uma hora, vão-se tios, terminam os programas de fim-de-ano, e fica tudo como dantes. A única diferença é o leitor de vídeo que passa a mostrar "01 01".

Tal como o Natal não é o mesmo sem a família e torna-se menos mágico e bonito quando crescemos, também o reveillon me parece tornar-se uma efeméride mais banal. É um fulgor momentâneo que faz a ponte entre dois dias iguais a quaisquer outros (bem, 1 Janeiro é feriado, ok), só que em anos civis diferentes. Ou, se calhar, sou eu que estou urgentemente a precisar de experimentar reveillons mais divertidos. Ai, Funchal, Funchal...

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Bom senso: precisa-se

No Sábado, o meu sobrinho chegou a casa, depois de passar o dia com o pai, com mais uma prenda de alguém do "lado de lá" da família do miúdo. E o que era a dita prenda? Apenas o "Grand Theft Auto - San Andreas". Para quem não conhece o jogo, basta-me dizer que é indicado para maiores de 18 anos; o meu sobrinho tem apenas metade dessa idade e não percebe puto de Inglês.

É que... a etiqueta está perfeitamente visível na parte da frente do jogo, portanto quem comprou isto para ele ou é completamente cegueta ou precisa urgentemente de uma boa dose de bom senso! Isto para além de nem sequer ter em mente que o rapaz não vai perceber patavina do jogo... Nem um jogo mais básico e para a idade dele, como o "Dogz" (que ele também recebeu), ele percebe por ser em inglês! Mas claro, como ele diz: "Não vou esperar 10 anos para jogar!".

Aliás, neste preciso momento está ele a jogar e, por não compreender nada daquilo, assume que o jogo é só andar com o bonequinho para trás e para a frente, nas cidades e arredores, a pé ou dentro de carros "carjacked", a distribuir socos e balas por quem lhe aparece à frente... Sabe lá ele que aquilo tem uma história e que deve cumprir missões umas atrás das outras para poder evoluir.

Fico passado com a familia paternal do rapaz...

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Natal 2007 - as prendas

Como havia dito no post anterior, este Natal foi mais generoso em termos de presentes, comparativamente com anos anteriores. É inegável que o facto de eu já estar a auferir rendimentos ajudou - e muito - no aumento do número de embrulhos empilhados junto ao pinheiro.

Começando por mim...

Freddie Mercury - Lover of Life, Singer of SongsFui prendado, pelos meus tios, com o DVD "Freddie Mercury - Lover of Life, Singer of Songs", um documentário sobre a vida e obra deste grande artista. A minha tia só depois de mo oferecer é que se lembrou de perguntar se tinha leitor de DVD, ao que eu respondi que não; ainda bem que tenho a Playstation 2 do meu sobrinho...

A minha irmã não sabia o que me dar, por isso, resolveu, quase em desespero de causa, oferecer-me roupa... É coisa que eu não gosto, mas não gosto mesmo. E o mais incrível é que ela é igual a mim, e foi precisamente fazer uma coisa que não gosta que lhe façam: oferecer roupa sem saber se gosta e se lhe serve, lol. Por acaso, o polo era bem giro - da Tiffosi, o que é raro, já que quase nunca vejo lá nada que me atraia - do estilo "polo de manga curta por cima de camisola interior de mangas compridas", não sei se estão a ver... Pena é que tenha trazido um L e ser demasiado largo de peito. Ontem fui ao Norteshopping trocá-lo pelo M mas acabei por não trazer porque não me assentava bem. "Falta de ombros" dizia a assistente. Grande novidade que me dá... (tenho de me meter num ginásio à força toda!) Fui reembolsado com um vale para gastar na próxima colecção em Março.

"O Sétimo Selo" - José Rodrigues dos SantosAs restantes prendas foram as que mais gostei. E porquê? - fui eu que as comprei, lol!!! Era óbvio que ia gostar delas...
Então comprei mais dois livros: o último trabalho de José Rodrigues dos Santos - "O Sétimo Selo" (só me falta "A Ilha das Trevas" para completar a obra toda) e o primeiro best-seller internacional do portuense Luís Miguel Rocha, "O Último Papa", que, pelos vistos, vai ser adaptado ao cinema nos Estados Unidos. Mas enquanto não estreia vou conhecendo a obra literária.

"O Último Papa" - Luis Miguel RochaEu sei que depois de me ter arrependido de comprar "A Alquimia do Unicórnio" tinha dito que não comprava mais livros, até porque o meu trabalho não me dá muito tempo nem paciência para leituras, mas não resisti a adquirir estas duas obras. Começa-se a notar uma linha comum no estilo literário que mais aprecio, não?

Os meus pais não me puderam oferecer nada, à semelhança de outros anos, mas eu, à semelhança desses mesmos anos, estive bem longe de ficar desapontado com isso, pois sei e compreendo perfeitamente as razões subjacentes. E, para variar, agora que já ganho o meu próprio dinheiro, posso compensar esta situação... além de agora também poder oferecer coisas!

Passando às prendas que ofereci:

  • Uma pen de 1 GB para a minha irmã (para não andar com o portátil sempre atrás dela);
  • Um jarro eléctrico (para aquecer água) para a minha mãe;
  • Um guarda-chuva e o best-of de Andrea Bocelli - "Vivere" - para o meu pai; e
  • Um livro-enciclopédia sobre o Universo para o meu sobrinho.
Foi uma óptima sensação poder distribuir prendas compradas por mim. Dá um gozo cá dentro. A sério que dá.

domingo, 2 de dezembro de 2007

Dia de festa

1 de Dezembro.

Feriado nacional, 34º aniversário de casamento dos meus pais... e magia azul na Luz!

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

O meu sobrinho

Hoje ajudei o meu sobrinho a fazer os T.P.C. de segunda e terça-feira que ele não pôde fazer por não ter estado cá nesses dias (foi viajar com os meus pais).

Ditei-lhe metade de um texto qualquer do livro de Português. Quando vou analisar possíveis erros, era difícil encontrar uma frase em que não houvesse um erro... A maioria era erros causados por distracção - não ter ouvido dizer "ponto final" ou ter ouvido "parágrafo" quando não disse - mas os restantes eram do mesmo tipo: os "-me", "-te" e "-se" que perdem o hífen e se fundem com o verbo.
Já não basta constatar miúdos mais velhos (e adultos até) a cometerem frequentemente este erro, agora até os mais novos? Eu sei que ainda estão a aprender os fundamentos da língua Portuguesa, por isso até fui bastante compreensivo com ele (algo raro, admito) e ajudei-o mais ou menos a perceber quando é que se aplica um caso e quando se aplica o outro. É claro que 5 minutos, ele não acertava em algumas palavras que lhe atirava para ele adivinhar, lol.

À noite, jogámos um jogo de "Estudo do meio" em que, alternadamente, fazíamos um ao outro perguntas sobre o assunto. No fim, ele teve 270 pontos e eu 250 pontos.

Afinal, não sei mais que um miúdo de 8 anos... Estamos quites, lol.

domingo, 28 de outubro de 2007

Sozinho em casa

Amanhã, quando chegar a casa vindo do trabalho não vai estar ninguém casa. Ninguém.

Os meus pais vão ter que ir ao Alto Douro tentar resolver umas confusões que alguma gentalha atrasada que lá habita gosta de causar aos outros. Como eu vou estar fora grande parte do dia, vão ter de levar o meu sobrinho, e como o nosso carro não está em boas condições para viagens destas (e o condutor também, infelizmente), a minhã irmã vai ser a chauffeur. Ou seja, vai tudo "passear" e a casa vai ficar todinha para mim!

Podia ser algo bastante interessante e promissor, não fosse na manhã de terça-feira ter uma apresentação no lab meeting do meu grupo e, por isso, ter de aproveitar a noite de véspera para preparar o parlapiê... Que seca... e que nervos!

Não é que nunca tenha feito apresentações, já fiz algumas, mas não fiz as suficientes - e, pensando bem, acho que nunca vou fazer - para perder o nervosismo que antecede sempre estes momentos. Por mais que me digam "não vale a pena" ou "aquilo não é para stressar" é claro que não vou querer chegar lá super descontraído e depois só dizer disparates quando me perguntarem alguma coisa. Principalmente, quando esse for o chefe. Caramba, ainda não estou numa relação "tu cá, tu lá" com ele - apesar de ele não ser, de longe, uma pessoa austera e não-sociável - e, por isso, ainda tenho algum pavor da minha reacção quando ele, no seu português arranhadíssimo me perguntar algo que eu não saiba responder!

OK, estou a entrar em pânico, lol! Respira... Pensa que vais comer lasanha aquecida no micro-ondas segunda-feira à noite, hehe.